| |
A Embaixada
da França e a Aliança Francesa, esta última
presente no
Rio de Janeiro já em 1885, sempre
apoiaram sua ação cultural com a ajuda de livros e acervos
documentais. É por esta razão que a , desde a sua inauguração em 1956,
passou a abrigar «duas grandes bibliotecas», a do Serviço
Cultural da Embaixada da França na época e a da Aliança
Francesa, «dotadas de um número considerável
de obras relativas a todas as áreas do conhecimento» e de
«uma sala de imprensa onde se pode encontrar todos os jornais franceses
por malote aéreo» - como dizia um texto de divulgação da
época.
Em 1961, as bibliotecas
do Serviço Cultural da Embaixada e da Aliança
Francesa foram reunidas para constituir a Biblioteca da Maison
de France. De 1964 a 1985,
durante o período da ditadura militar, ela foi um espaço
de liberdade, trocas e acesso livre a diversas “leituras subversivas”
no país, especialmente os pensadores franceses de esquerda. Ao
lado da então Faculdade de Filosofia e Letras da Universidade
Federal, surgia como um lugar preservado de censura e propício
ao debate de idéias. Foi, portanto, durante os anos de chumbo que
a Biblioteca adquiriu seu perfil universitário e sua vocação
como lugar de agitação cultural.
Renovada em 1991, com o
incremento de diversos suportes multimídia, tornou-se uma Mediateca,
organizada segundo o modelo das mais modernas bibliotecas francesas do
gênero,
abrigando um acervo contemporâneo em livros, cds, vídeos,
periódicos, terminais de TV, áudio e vídeo, bem como
computadores para uso do público.
Desde 1996, a Mediateca da Maison
de France, MMF, funciona também como um Centro de Informações,
propondo aos leitores, visitantes e amigos um serviço gratuito
de orientação e busca de dados sobre a França contemporânea.
Em 1998, iniciamos uma re-informatização
completa do acervo e em 2001,
ano do quadragésimo aniversário, passamos a oferecer ao
público o acesso online ao .
Em 2005, ampliamos o horário
de atendimento ao público, de 40 para 50 horas semanais –
a fim de atender uma demanda antiga dos nossos leitores. E aumentamos
consideravelmente o número de eventos, dentre os quais destacamos
a presença do cartunista francês ,
do escritor senegalês Boubacar Boris
Diop e do musicólogo Jean-Jacques
Nattiez. A MMF abrigou também, com a presença do
filósofo Michel Lisse, a Jornada
Jacques Derrida (parceria com a UFJF) e o Colóquio
Internacional Barthes-Blanchot (parceria com a UFF). 2005
foi também o ano da XIII Bienal do Livro, que rendeu homenagem
à França e onde a Mediateca esteve presente organizando
o colóquio Sociedade da Informação
– Novo Paradigma para as Bibliotecas. Esse colóquio
foi fruto de uma parceria com a Biblioteca
do e contou com especialistas brasileiros, franceses
e alemães como Armand Mattelart, Rainer
Kuhlen, Patrick Bazin e Barbara Lison.
Em 2006, ano em que a Maison de
France comemorou seu 50° aniversário
e a Mediateca os seus 45 anos de intensa atividade
cultural, reformulamos completamente nosso site web. Renovamos e ampliamos
nosso parque informático, oferecendo ao público quatro
terminais internet. Tivemos o colóquio , mais uma parceria com a Biblioteca
do Goethe Institut; a presença dos escritores Jean-Paul Delfino, Jean-Michel Djian e Nancy Houston (prêmio Fémina 2006 por seu romance Ligne de faille); uma leitura dramática de O Inominável de Samuel Beckett, com o grande ator francês Rufus; e muito
mais. Confira sempre nossa programação na .
Venha participar da nossa comunidade. As portas estão abertas.
A equipe da Mediateca espera por você.
|
|